(...) 
Dizes que me queres saborear e num ápice sinto a tua língua no meu clitoris. 
Que tesão!
Enquanto me lambes acaricias o interior das minhas coxas e o meu rabo com as tuas mãos. 
Estremeço de prazer. Páras e olhas para mim. Peço-te um beijo. Cedes.
Digo-te que quero que me fodas na varanda. E, entre um gole de champanhe e outro, lá vamos nós. 
Nem de propósito, gente na rua. 
Não te importas e entras em mim numa estocada "violenta", tão bom! 
Dás um grito de prazer e continuas a foder-me. 
O facto de alguém poder ver deixa-me ainda mais excitada. 
Apertas-me as mamas enquanto me vais penetrando. Sinto-te descontrolado e atiço:
"Quero que me comas o rabo!" 
"Quero que me fodas com força!"
Voltamos à cama, pego no gel e percorro todo o teu pau duro. 
Vou massajando em jeito de provocação, sei que gostas e eu adoro :)
Deito-me e entre beijos e caricias entras em mim. De uma vez só. 
Dizes que vais dar cabo de mim, que no dia seguinte não ando.
Gosto da ideia!
Fodes-me com força, descontrolado! 
Os únicos sons que se ouvem são os nossos gemidos e as tuas bolas a baterem com força nas minhas nadegas.
Grito, não de dor, mas, de prazer e tu só dizes "eu sei que gostas cabra!"
"Não, não gosto, adoro!" digo-te eu.
Chamas-me de puta, a tua puta, sou, gosto de o ser, tu mereces!
É tão bom sentir-te assim. A invadir-me sem dó! A fazeres-me tua!
A excitação aumenta e tu dizes que não sabes se aguentas. 
Aguentas pois!
Mando-te sair para beber um gole de champanhe e para recuperar o folego. 
A noite ainda é uma criança e eu quero que me faças a tua puta :)


...



Capuchinho Vermelho

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