Vamos jantar fora.
Levas o teu fato, aquele que me deixa louca, aquele em que adoro ver-te.
Eu levo o vestido preto com o sapato vermelho. Aquele que de tão algo me faz agarrar a ti.
Passas o jantar a olhar para o decote e eu provoco, mordo os lábios porque a vontade de ti é mais que muita.
Acabados de jantar corremos para casa. Tenho de te ter, de te sentir.
Entramos, trancas a porta e sem dizeres uma palavra ajoelhas-me a tua frente e obrigas-me a chupar, ali mesmo, no hall de entrada, o teu pau grande e duro.
Levantas-me, encostas-me à parede, levantas-me o vestido e fodes-me assim, à bruto, contra a parede. Num entra e sai maravilhoso. Fazes-me estremecer de prazer e gritar de tanto tesão. A vontade de me vir é muita, mas tu queres a coisa a tua maneira. Baixas-te e só me dizes que tens de me provar. Vais lambendo e chupando de forma deliciosa o meu clitóris enquanto com o dedo me fodes o rabo. Que tortura. Percebes que estou quase a vir-me e não paras. Obrigas-me a vir-me assim, na ponta da tua língua, enquanto me vais saboreando.
Agora é a tua vez. Ajoelhas-me novamente e obrigas-me a chupar-te até sentir o teu leite quente na minha boca. Engulo tudo, sabes bem! Levanto-me e enquanto ainda te acaricio beijo-te.
Boa noite meu amor
Capuchinho Vermelho
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