Lá fora a chuva cai torrencialmente, nada sabe melhor que estar na cama contigo a ouvi-la.
Beijamo-nos e trocamos caricias. Sabe tão bem ter-te junto a mim.
Sem dizeres o que seja, levantas-te e sais quarto fora. Entras de cadeira nas mãos. Passam-me mil e uma coisa na cabeça e tu mandas-me sentar.
Hesito! Entre a cama quente e o frio da cadeira. Mas acabo por obedecer.
Saio da cama e sento-me. Beijas-me intensamente. Colocas-me os braços atrás da cadeira e prendes-me com as algemas. Detesto estar presa porque não te posso tocar!
Voltas a beijar-me  e a sair do quarto! Mas onde é que vais agora? (penso eu)
Entras, fechas a porta e vejo-te com as molas na mão. 
Beijas-me um mamilo de cada vez e colocas uma mola em cada um.
Vais percorrendo o meu corpo com os teus lábios e num repente estás .
Sinto-te mais que nunca. Não te posso tocar e isso irrita-me!
Pegas na pena e começas a percorrer o meu corpo com ela. 
Voltas de novo ao meu sexo húmido e entre leves mordidas e movimentos circulares vais-me deixando cada vez mais louca, mais fora de mim.
Levantas-te, beijas-me e entras em mim. Tão bom sentir-te assim. O meu corpo sente o teu e eu fico doida de prazer.
Sais e tiras-me as algemas, voltamos à cama e eu beijo-te o corpo à medida que vou descendo. Quero sentir-te, beijar-te, ter-te ali para mim. Nada me sabe melhor que tu! que ter-te!
Entro um beijo, uma mordida e uma lambidela pedes que pare e que sai dali!
Obedeço!
Temos tempo dizes tu! 
Já sei como isto vai terminar, penso eu! Vais dar cabo de mim e deixar-me num caco!
Horas depois vimo-nos em simultâneo!
E eu tinha razão! Mal me posso mexer, dás cabo de mim (e eu adoro).



Capuchinho Vermelho

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