Era tarde. Passavam alguns minutos da meia noite, hora a que termina o meu dia. Cheguei, estacionei e dirigi-me ao prédio.
Mal ponho o pé na porta da entrada dou de caras contigo, relaxadamente encostado. Com o ar de bandido pelo qual me apaixonei. Ao boa noite segui-se um beijo que soube a surpresa e a saudades.
Abri a porta, entramos no elevador e a minha vontade era despir-te ali mesmo. Sucumbir aos desejos da paixão e ter-te naquele instante em que o 2º andar parece um 20º. O meu corpo desejava o teu. Era inegável.
Entramos em casa e sentamo-nos aconchegadamente no sofá. Entre beijos e caricias fomos tirando a roupa. Não tardou até estarmos despidos e ate que me torturasses com tão bem o fazes.
Deitas-me no sofá e foste descendo, entre beijos e mordidas, até ao interior das minhas coxas. Paraste. Olhaste-me e esboçaste um sorriso como se estivesses a querer dizer "prepara-te". Começas a tortura. Deixas-me fora de mim quando me lambes, quando me deixas neste estado. A minha vontade é uma: vir-me tantas vezes quantas me proporcionas. Mas teimo em controlar-me. Gosto quando me controlo, sei que no fim será sempre mas intenso.
Acabas de me provar, sobes e beijas-me descontroladamente, ao mesmo tempo brincas com o teu pau mesmo na minha entrada.
Vais "apalpando terreno" e num instante estás lá dentro, todo! Que saudades tuas!
Gosto de te sentir assim. Duro. Por minha causa. Gosto de saber que te deixo assim. Descontrolado em cada estocada. Uma após a outra!
Fodes-me deliciosamente em. Depressa. Devagar. Forte. Fora. Dentro. Mais porque tens de te controlar do que pelo prazer em si. Mas isso faz com que goste ainda mais! Dá-me ainda mais prazer.
Trocamos. Sentas-te no sofá e eu sento-me em ti. No teu colo. Como gosto. Devagar. Enquanto me beijas e me apalpas o peito e me apertas os mamilos, cada vez mais enrijecidos de prazer.
E assim vamos brincando, ao sabor de cada beijo e ao ritmo de cada estocada.
Não estás satisfeito e trocamos novamente.
Desta vez queres-me por trás, e, sem ser preciso muito estás lá dentro, mais rápido do que imaginamos. Mais uma vez, ali me tens, à tua mercê. A sucumbir a cada investida tua.
Ainda é cedo para terminar por ali. Beijo-te novamente e vamos para o quarto. Onde, para variar, te fodo como gosto. Com o controlo da situação. Com a melhor vista que uma mulher pode ter o privilégio de ver, a tua cara de prazer, de descontrolado, de desejo, mas mais que tudo, de vontade. Vontade de te vires.
Pedes que te foda com força. Que me venha par ti. Que me venha contigo. Que dê tudo.
Como menina obediente que sou, é o que faço. Fodo-te com todo o meu desejo, com toda a minha vontade. Fodo-te. E, antes que possa gritar, quando ele chega e tu já gritas, tu, sem eu saber como, dás-me choque! Mas choque mesmo! Deixando-me sem pio, sem reação e sem força. Tornando este o orgasmo mais intenso de sempre. Em nada ruidoso, da minha parte. Mas em tudo superior.
Beijas-me e perguntas-me se estou bem.
Estou! Penso eu, porque as forças para te responder ainda tenho de as arranjar!
Amo-te!
Capuchinho Vermelho
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