Chegas cedo. Abro a porta devagar. Segues para o quarto. Sigo atrás. Volto a enfiar-me na cama. Tiras a roupa. Deitas-te a meu lado. Colas em mim. Encaixas em mim. Vou abrindo os olhos. Sinto o teu calor. Sinto a tua respiração. Arrepias-me. As tuas mãos vão-me percorrendo o corpo. As mamas. O ventre. O rabo. E param. Nela. Sabe bem. Tocas-me. Provocas-me. Começas a despir-me. Penetras-me assim. De lado. Sabe bem. O teu toque suave. O sabor dos teus beijos. O teu corpo vai ondulando contra o meu. Dizes "chega! continuamos depois". Obedeço. Mas continuas a provocar-me. Não resisto! Salto-te em cima. Cavalgo em ti. Devagar. Para te saborear. Para não haver barulho. O perigo "mora" ao lado. Nem assim. A excitação aumenta! O meu desejo por ti aumenta. Pegas no óleo. Penetras-me por trás. Quero que me fodas assim. Empino o rabo de forma a entrares exatamente como me agrada. Dás-me umas palmadas. Sabe bem. Sinto-me preenchida. Cheia. Adoro. Voltamos a trocar. Contorço-me ao sentir a tua língua nas minhas coxas. Lambes suavemente. Beijas cada centímetro de pele. Fazes-me esperar. Ansiar. Sinto a tua língua ao de leve. Gemo. Eriças-me a pele. Comprimo-te contra ela. A pressão. O lamber. O alternar. Mais rápido. Mais devagar. Mais suave. Mais forte. Tudo me agrada. As pernas tremem. Gemo. Voltas a subir. Apertas-me os mamilos. Rijos. Penetras-me. Fodes-me com força. Agora sim. Sem parar. Até nos esgotarmos e não podermos mais. Até atingirmos o nirvana. Abraças-me e dizes-e ao ouvido: "És tão puta... a minha puta".
Capuchinho Vermelho

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